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O nosso blog.

Nós ao fazer este blog aprendemos muito sobre o antigo egipto, romanos, idade média, gregos e fenícia.

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Relógio de Sol

Relógio de sol corresponde a um método ou procedimento utilizado para medir a sucessão das horas ou do tempo por meio da visualização do modo como a luz solar incide na terra em diferentes posições e é justamente essa variação que fornece as horas.






O relógio de sol pode ser como, por exemplo, um relógio de jardim, constituído por um mostrador que é confeccionado em uma superfície plana na qual são indicadas as respectivas horas, dessa forma, a sombra projetada no mostrador funciona como uma espécie de relógio convencional. Assim, a luz do sol ao variar resulta nas sucessões das horas.






Existem relógios de sol com funcionamento mais difícil de compreender, pois possuem mostradores do tipo inclinado.




A necessidade de conhecer as horas é algo especificamente social, uma vez que animais e plantas não necessitam de tais informações. O indício mais antigo da divisão do dia é proveniente de um relógio de sol egípcio, datado de 1.500 a.C.




Os seres humanos têm utilizado dos relógios para marcar o tempo e assim facilitar o agendamento dos compromissos e atividades, assim como encontro entre pessoas, como reuniões, festas e outros, desse modo o homem com sua capacidade intelectual conseguiu dominar tal recurso, mesmo em tempos remotos. Apesar de ser uma tecnologia antiga, o relógio de sol ainda é utilizado nos dias de hoje em praias e áreas abertas.



segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Relógio de Água

A clepsidra, também conhecida como relógio de água, foi um dos primeiros sistemas utilizados para medir o tempo. Elas eram utilizadas principalmente durante a noite, quando não era possivel se basear no horario pelo sol. As primeiras clepsidras não eram tão complexas quanto essa do Shopping Iguatemi de Porto Alegre.




segunda-feira, 10 de maio de 2010

3 monumetos da Grécia Antiga

Templo de Ártemis





"Mas quando eu vi a sagrada casa de Artemis elevando-se até as nuvens, as outras Maravilhas foram colocadas na sombra, para o que Sol nunca olhasse para elas fora de Olimpo."


(Antipater, poeta grego-palestino)






Foi o Templo de Artemis em Éfeso.


Erguido por Creso, rei da Lídia (450 a.C. ), em Éfesso, na atual Turquia, em honra à deusa dos bosques.


Media 138 m por 71,5 m, com colunas de 19,5 m. Famoso pela obras de arte, entre elas a escultura de Ártemis em ébano, ouro, prata e pedra preta. Incendiado por uma maníaco. Reconstruído em 356 a.C. foi arrasado pedos godos. Algumas esculturas estão no Museu Britânico.






A estrutura que ganhou uma marca na lista da Maravilhas foi contruída por volta de 550 a.C.


Conhecido como um grande templo de mármore , foi patrocinado pelo rei da Lídia Croesus e foi desenhado pelo arquiteto Grego Quérsifron e por seu filho Metágenes. Foi decorado com estátuas de bronze esculpidas pelos mais experientes artistas de sua época: Fídias, Polyceitus, Kresilas e Phradmon. Na noite de 21 de julho de 356 a.C. (noite de nascimento de Alexandre, o Grande), um homem louco chamado Eróstrato queimou o templo, colocando-o no chão, numa tentativa de imortalizar seu nome. Foi reconstruído, dessa vez, em 20 anos.






Quando São Paulo visitou Éfeso para pregar o Cristianismo no século I d.C., ele foi confrontado pelo culto a Artemis que não tinha nenhum plano de abandonar seus deuses. E quando o templo foi destruído pelos barbaros godos em 262 d.C., os Gregos efesianos juraram reconstruí-lo. No século 4 d.C. a maioria dos Gregos efesianos se converteram para o Cristianismo e o templo perdeu sua importância religiosa. O capítulo final veio em 401 d.C. quando o Templo de Artemis foi divido por


São João Crisostomo (Santo da Grega Catolica Ortodoxa Igresa). Éfeso foi mais tarde foi desertada, e somente no fim do século XIX o local foi escavado. A escavação revelou as fundações do templo e a estrada para o agora local pantanoso. Tentativas de reconstruir o templo foram feitas recentemente, mas somente poucas colunas foram reerguidas.






Este templo levou 200 anos para ficar pronto, em 550 a.C., pois foi reconstruído e aumentado muitas vezes. Somente na quarta expansão, o Templo foi incluído na lista das Maravilhas do Mundo. Era notável pela suas 127 colunas de mármore. Elas estavam dispostas em fila dupla, em volta da cela (espaço interno).






• A fundação do templo era em forma retangular, semelhante a muitos templos da época. Diferente dos outros santuários, entretanto, a construção era feita de mármore, à exceção de sua cobertura em azulejo e madeira, com uma fachada decorada sobre um amplo pátio. Degraus de mármore ao redor da plataforma da construção levavam para o terraço alto retangular de aproximadamente 80 m por 130 m. As colunas, de 20 m de altura, eram de arquitetura jônica e com entalhes nos lados circulares. Era notável pela obras de arte que o adornavam e pelas suas 127 colunas de mármore, no total. Elas estavam alinhadas ortogonalmente em fila dupla sobre a área total da plataforma, exceto na cela central ou casa da deusa.






Das esculturas, salvaram-se cópias da famosa estátua de Ártemis, em versão pouco grega da deusa, pelo excesso de rigidez. Apresenta-se de pé, tensa, em posição de sentido, com as mão estendidas para os lados. A estátua original, em ouro, ébano, prata e pedra negra, tinha as pernas e quadris cobertos por um manto. Altos-relevos de animais e abelhas lhe decoravam as vestes e um penteado piramidal lhe encimava a cabeça.






A descrição detalhada do templo ajudou os arqueologistas a reconstruírem o edifício. Muitas reconstruções tal como a de H. F. von Erlach, descreveram a fachada com um pórtico de 4 colunas que nunca existiram. Reconstruções mais precisas podem dar-nos uma idéia sobre o design geral do templo. Entretanto, sua verdadeira formosura repousa nos detalhes arquitetônicos e artísticos que continuarão desconhecidos para sempre.






Hoje o local do templo é um campo pantanoso. Uma única coluna está erguida para lembrar aos turistas que uma vez, esteve naquele lugar uma das maravilhas do mundo antigo





Localização: Na antiga cidade de Éfeso, próxima à atual cidade de Selcuk, cerca de 50 km ao sul de Izmir, na costa oriental da região onde hoje se situa a Turquia.

Dimensões: 80 x 130 x desconhecida m (largura x profundidade x altura)

Função da Construção: Construção Religiosa

Civilização Construtora: Grega

Anos de Existência: 194 anos (ainda existem pedaços)

Material Predominante: Mármore









Colossus em Ilha Rodes



Em toda a sua história, a antiga Grécia era composta de cidades-Estados as quais tinham poder limitado fora de suas fronteiras. Na pequena ilha de Rhodes havia três destas: Ialysos, Kamiros e Lindos. Em 408 a.C., as cidades uniram-se para formar um único território, com uma capital unificada, Rhodes.


A cidade prosperou comercialmente e tinha forte laços econômicos fixada com seu principal aliado, Ptolomeu Soter do Egito. Em 305 a.C., os Gregos da Macedônia que também eram rivais de Ptolomeu, cercaram Rhodes para numa ação para quebrar a aliança Rodo-Egípcia. Eles nunca conseguiram penetrar na cidade. Quando um acordo de paz foi assinado em 304 a.C., os Gregos da Macedônia suspenderam o cerco, deixando um rico equipamento militar para trás. Para celebrar sua união, os rodianos venderam o equipamento e usaram o dinheiro para erguer uma enorme estátua representando seu deus do sol, Hélio.






A construção do Colossus levou 12 anos e foi terminada em 282 a.C. Por anos, a estátua ficou na entrada do porto, até que um forte terremoto atingiu Rhodes em 226 a.C. A cidade estava completamente destruída e o Colossus quebrou-se no seu ponto mais fraco: o joelho. Imediatamente, os rodianos receberam uma oferta de Ptolomeu Eurgetes do Egito que cobriria todos os custos de reparação para o monumento tombado. Entretanto, um oráculo foi consultado e proibiu a reconstrução.


A oferta de Ptolomeu foi recusada.






Por quase um milênio, a estátua quebrada permaneceu em ruínas. Em 654 d.C., os barbaros árabes invadiram Rhodes.


Eles desmontaram o resto do Colossus quebrado e venderam para um comerciante judeu da Síria.


Acredita-se que os fragmentos foram transportados para a Síria nas costas de 900 camelos, e após foi derretido.










• O projeto foi licenciado pelo escultor Rodiano Cares de Lindos. Para construiu a estátua, seus trabalhadores fundiram a parte externa de bronze da pele. A base foi feita de mármore branco e o pé e o tornozelo da estátua foram ligados primeiro. A estrutura foi gradualmente erguida à medida que o bronze era reforçado com uma estrutura de 7t de ferro e rochas para apoiar a estátua. Para alcançar as partes mais altas, foi construída uma rampa desde o chão e que envolvia a estátua; ela, mais tarde, foi retirada. Quando o Colossus estava pronto, ele tinha 46 m de altura e pesava cerca de 70t. E quando estava caído, "poucas pessoas puderam fazer seus braços armas encontraram em volta do polegar", escreveu Pliny.



Localização: Na entrada do porto na ilha de Rhodes no Mediterrâneo, Grécia.

Dimensões: desconhecido x desconhecido x 46 m (largura x profundidade x altura)

Função da Construção: Construção Artística

Civilização Construtora: Grega

Anos de Existência: 56 anos

Material Predominante: Bronze Marmori Pedra e ferro.











Estátua de Zeus





"Em sua mão direita uma figura de Vitória feita de marfim e ouro. Em sua mão esquerda, seu cetro embutido com todos os metais, e uma águia empuleirada no cetro. As sandálias do deus são feitas de ouro, como o seu manto."


(Pausanias, o Grego em 2 d.C .)






O magnífico templo de Zeus foi desenhado pelo arquiteto Libon a foi construído entre 456 e 447 a.C. Sob o poder crescente da Grécia Antiga, o templo em estilo Dórico simples tornou-se muito mundano, e modificações foram necessárias.


O escultor atenense Fídias, o mais célebre escultor da Antigüidade, foi designado para realizar a majestosa estátua de zeus.


Depois desta estátua, Fídias não fez mais nenhuma outra obra.






O templo foi destruído por fogo no século 5 a.C.. Antes, a estátua foi transportada pelos Gregos abastados para um palácio em Constantinopla. Lá, sobreviveu durante algum tempo, mas não resistiu a um severo incêndio em 462 d.C. Hoje, nada resta do local no velho templo, exceto rochas e ruínas, a fundação do prédio, e colunas em destroços.






Tinha 15 metros de altura, foi feita de marfim e ébano e era toda incrustada de ouro e pedras preciosas. mostrava Zeus sentado em seu trono de cedro. Tinha uma coroa em torno da cabeça. Trazia uma estátua de Nicéia, deusa da vitória, em sua mão direita espalmada, e um cetro (bastão de rei) com uma águia na sua mão esquerda.






• Fídias começou a trabalhar na estátua por volta 440 a.C.. Anos antes, ele tinha desenvolvido uma técnica para construir colossais estátuas de ouro e marfim. Esta foi feita erguendo uma armação de madeira no qual lâminas de metal e marfim colocadas para suprir a cobertura externa. A oficina de Fídias em Olímpia foi descoberto em 1950 e ainda existe, e é, coincidentemente, - ou não - idêntica no tamanho e orientação ao templo de Zeus. Lá, ele esculpiu os diferentes pedaços da estátua antes de montá-la no templo.






Quando a estátua foi terminada, quase não entrou no templo. Strabo escreveu:


"... embora o templo seja muito grande, o escultor é criticado por não Ter calculado as proporções corretas. Ele mostra Zeus sentado, mas com a cabeça quase tocando o teto, então nós temos a impressão de que se Zeus se levantasse, destelharia o templo."






Strabo estava certo, exceto quando ele disse que o escultor deve ser elogiado e não criticado. É este tamanho impressionante que fez a estátua tão maravilhosa. A idéia de que o rei dos deuses é capaz de destelhar o templo se ele se levantasse, fascinou igualmente a poetas e historiadores. A base da estátua era de 6,5 m de largura e 1 m de altura. A altura da própria estátua era de 13 m, equivalente a um moderno edifício de 4 andares.






Cópias da estátua foram feitas, incluindo um grande protótipo em Cirene, na Líbia. Nenhuma delas, entretanto, sobreviveu até os dias de hoje. Reconstruções anteriores foram feitas por von Erlach, sabendo-se agora que era imprecisa. Nós podemos apenas imaginar a verdadeira aparência da estátua - o maior trabalho da escultura grega.





Localização: Na antiga cidade de Olímpia, na costa oeste da atual Grécia, cerca de 150 km a oeste de Atenas

Dimensões: 6,5 x desconhecida x 15 m (largura x profundidade x altura)

Função da Construção: Construção Artístico-Religiosa

Civilização Construtora: Grega

Anos de Existência: 909 anos

Material Predominante: Marfim e ouro

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Deuses Gregos e Romanos

Zeus


É o deus principal, governante do Monte Olimpo. Rei dos deuses e dos homens, era o sexto filho de Cronos. Como seus irmãos, deveria ser comido pelo pai, mas a mãe deu uma beberagem a Cronos e este vomitou novamente o filho; este e seus irmãos, também vomitados na mesma hora, uniram-se contra o pai, roubaram os raios e venceram a batalha. Os raios, fabricados pelo deus Hefaistos, eram o símbolo de Zeus.






Zeus para os gregos e Júpiter para os romanos.



Palas Atena ou Atenéia

Deusa virgem, padroeira das artes domésticas, da sabedoria e da guerra. Palas nasceu já adulta, na ocasião em que Zeus teve uma forte dor de cabeça e mandou que Hefaistos, o deus ferreiro, lhe desse uma machadada na fronte; daí saiu Palas Atena. Sob a proteção dessa deusa floresceu Atenas, em sua época áurea. Dizia-se que ganhou a devoção dos atenienses quando presenteou a humanidade com a oliveira, árvore principal da Grécia.






Palas para os gregos e Minerva para os romanos.



Apolo

Deus do sol e patrono da verdade, da música, da medicina e pai da profecia. Filho de Zeus, fundou o oráculo de Delfos, que dava conselhos aos gregos através da Pitonisa, sacerdotiza de Apolo que entrava em transe devido aos vapores vindos das profundezas da terra.






Apolo para os gregos



Ártemis

A Diana dos romanos, era a deusa-virgem da lua, irmã gêmea de Apolo, poderosa caçadora e protetora das cidades, dos animais e das mulheres. Na Ilíada de Homero, desempenhou importante papel na Guerra de Tróia, ao lado dos troianos.






Ártemis para os gregos e Diana para os romanos.



Afrodite

Deusa do amor e da beleza, era esposa de Hefaistos e amante de Ares, a quem deu vários filhos (entre eles Fobos = Medo, e Demos = Terror). Afrodite era também mãe de Eros.






Afrodite para os gregos e Vênus para os romanos.



Hera

Esposa de Zeus, protetora do casamento, das mulheres casadas, das crianças e dos lares. Era também irmã de Zeus, uma das filhas vomitada por Cronos.






Hera para os gregos e Juno para os romanos.



Démeter

Era a deusa das colheitas, dispensadora dos cereais e dos frutos. Quando Hades, deus do inferno, levou sua filha Perséfone como sua esposa, negou seus poderes à terra, e esta parou de produzir alimentos; a solução de Zeus foi que Perséfone passaria um terço do ano no inferno, com seu marido, e o restante do tempo com sua mãe, no Olimpo. Dessa forma, Démeter abrandou sua ira e tornou a florescer nas colheitas.






Démeter para os gregos e Ceres para os romanos.



Hermes

Filho de Zeus e mensageiro dos mortais, era também protetor dos rebanhos e do gado, dos ladrões, era guardião dos viajantes e protetor dos oradores e escritores.






Hermes para os gregos e Mercúrio para os romanos.



Poseidon

É o deus do mar e dos terremotos, foi quem deu os cavalos para os homens. Apesar disso, era considerado um deus traiçoeiro, pois os gregos não confiavam nos caprichos do mar.






Poseidon para os gregos e Netuno para os romanos.



Dionísio

Era o deus do vinho e da fertilidade. Filho de Zeus e uma mortal, foi alvo do ciúme de Hera, que matou sua mãe e transtornou o seu juízo. Assim, Dionísio vagueava pela terra, rodeado de sátiros e mênades. Era o símbolo da vida dissoluta.






Dionísio para os gregos e Baco para os romanos.


Ares

O deus guerreiro por excelência. Seu símbolo era o abutre. Seus pais, Zeus e Hera, detestavam-no, mas era protegido por Hades, pois povoava o inferno com as numerosas guerras que provocava. Sua vida estava longe de ser exemplar - foi surpreendido em adultério com Afrodite, esposa de Hefaistos, que os prendeu em fina rede; foi ferido por três vezes por Héracles (Hércules). Era muito respeitado pelos gregos por sua força e temperamento agressivo.






Ares para os gregos e Marte para os romanos.



Hefaistos ou Hefesto

Deus ferreiro, do fogo e dos artífices. Filho de Zeus e Hera, foi lançado do Olimpo por sua mãe, desgostosa por ter um filho coxo. Refugiou-se nas profundezas da terra, aprendendo com perfeição o ofício de ferreiro. De suas forjas saíram muitas maravilhas, inclusive a primeira mulher mortal, Pandora, que recebeu vida dos deuses. Construiu no Olimpo um magnífico palácio de bronze para si próprio, e era estimado em Atenas. Para compensá-lo de sua feiúra, seu pai deu-lhe por esposa Afrodite, a deusa da beleza. Era artesão dos raios de Zeus.






Hefaistos para os gregos e Vulcano para os romanos.



Além desses deuses, que junto a muitos outros pululavam no Olimpo, havia heróis (filhos de deusas ou deuses com mortais), semideuses, faunos, sátiros e uma infinidade de entidades mitológicas que explicavam por lendas todos os fenômenos da natureza. Entre os heróis mais populares, podemos citar:



Io - amada por Zeus, que a transformou em novilha para escondê-la da ciumenta Hera.



Deucalião e Pirra - únicos sobreviventes do dilúvio que Zeus mandou ao mundo pervertido.



Héracles ou Hércules -  autor dos famosos Doze Trabalhos; era filho de Zeus e da moratal Alcmena.



Édipo - que matou a esfinge e casou-se com sua própria mãe.



Perseu - que matou a Medusa, uma das Górgonas, e libertou a princesa Andrômeda da serpente marinha.



Cadmo - que matou um dragão e no local fundou a cidade de Tebas.



Europa - irmã de Cadmo, foi amada por Zeus que lhe apareceu sob a forma de um touro e, em suas costas, atravessou o mar.



Jasão - chefe dos Argonautas, equipe de heróis - Héracles, Orfeu, Castor e Pólux, e outros - que navegou no navio "Argos" em busca do Velocino de Ouro.



Teseu - que penetrou o labirinto de Creta e matou o Minotauro, acabando por unificar a Ática.



Atalanta - mulher aventurosa que se casou com o ardiloso Hipomenes.



Belerofonte - que matou o monstro Quimera e domou o cavalo alado, Pégaso.



Os heróis de Tróia -Aquiles, Heitor, Ájax, Agaménon, Ulisses - autor da idéia do cavalo de Tróia - e outros.

A Legião Romana

Introdução


A legião romana era uma unidade militar de infantaria básica que existiu durante a República e o Império Romano. A legião romana era formada por 10 mil legionários e centenas de cavaleiros.
Origem da palavra
A palavra legião deriva do latim (legio = recrutamento, alistamento).

Legiões e legionários
 As legiões romanas eram diferenciadas por um nome e um número. Durante o auge do Império Romano, historiadores afirmam que existiram cerca de 50 legiões.
Participação nas conquistas


A força militar do Império Romano estava centrada nestas legiões. Grande parte das conquistas militares romanas na Europa, Ásia e norte da África ocorreram graças à força e ao preparo militar destes soldados.

Participação nas conquistas
 A força militar do Império Romano estava centrada nestas legiões. Grande parte das conquistas militares romanas na Europa, Ásia e norte da África ocorreram graças à força e ao preparo militar destes soldados.


Retirado de: http://www.suapesquisa.com/imperioromano/legiao_romana.htm

Origem dos Jogos Olimpicos

    A origem do dos Jogos Olímpicos é incerta e ligada a muitos mitos da antiguidade. O primeiro registro referente aos jogos está escrito em um disco de pedra, no Templo de Hera, onde os reis Ifitos, de Ilía, Licurgo, de Esparta e Clístenes, de Pisa selaram um acordo de manter paz em toda Grécia durante os Jogos Olímpicos de 776 a.C.


    O tempo entre os jogos era chamado Olimpíada. Estas eram organizadas a cada quatro anos no mês de julho ou agosto. No começo, os jogos duravam apenas um dia e se competia em apenas uma prova: a corrida. Gradualmente mais competições foram adotadas. No século V a.C. os jogos consistiam em dez modalidades: corrida, pentatlo, salto, disco, dardo, luta livre, boxe, pancrácio, corrida de bigas e corrida de cavalos.





    Tinham o direito de participar dos jogos todos os gregos que eram cidadãos livres e que não tivessem cometido assassinatos nem heresias aos deuses. As mulheres não tinham direito de participar, nem de ver as competições. Apenas às virgens tinha esse privilégio.


    As cerimônias começavam com o juramento dos atletas no altar de Zeus. Os vitoriosos eram homenageados por seus compatriotas e adquiriam privilégios especiais. A união nacional, racial e espiritual dos gregos foi formada graças aos Jogos Olímpicos, que combinaram o profundo espírito religioso e filosófico com o passado heróico dos gregos. Com o passar dos séculos, os grandes ideais dos Jogos Olímpicos foram se degradando, principalmente com a tomada da Grécia por Filipe II, rei da Macedônia.

Crise e decadência do Império Romano

Crise e decadência do Império Romano


Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.


Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares.



Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.




Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.


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Religião Romana

Religião Romana


Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.


Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e Baco.

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segunda-feira, 26 de abril de 2010

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Os romanos

Cultura Romana

A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.

Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.

A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.

A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.


Retirado de:  www.suapesquisa.com/imperioromano/

Os romanos

Pão e Circo

Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.

Os romanos

Principais imperadores romanos

Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Caligula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurelio (161-180), Comodus (180-192).

Grécia

Os romanos

Formação e Expansão do Império Romano

Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.

Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.

Cidades-Estados

Cidades-Estados

Essa Grécia de 4.000 anos atrás era formada por ilhas, uma península e parte do continente europeu. Compunha-se de várias cidades, com seus Estados próprios, que eram chamadas de cidades-Estados. Essas cidades localizavam-se ao sul da Europa, nas ilhas entre os mares Egeu e Jônio. Algumas das cidades gregas de maior destaque na Antiguidade foram Atenas, Esparta, Corinto e Tebas.
Essas cidades comercializavam e ao mesmo tempo guerreavam entre si. As guerras eram motivadas pelo controle da região e para se conseguir escravos, os prisioneiros de guerra, que moviam grande parte da economia daquelas sociedades.


Afora os escravos e os pequenos proprietários, havia os cidadãos propriamente ditos, naturais da cidade e proprietários de terras, que tinham direitos políticos e podiam se dedicar a atividades artísticas, intelectuais, guerreiras e esportivas. Isso indica que as pessoas com mais prestígio e propriedade cuidavam exclusivamente do aprimoramento do corpo e da mente. Os mais pobres e os escravos eram quem movimentava a economia, fazendo o trabalho braçal, considerado, então, como algo desprezível.


segunda-feira, 12 de abril de 2010

Os romanos

República Romana (509 a.C. a 27 a.C)



Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe.

A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.

Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).


Retirado de: www.suapesquisa.com/imperioromano/

Fílosofos

Os romanos

Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)



De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.



A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.


Retirado de: www.suapesquisa.com/imperioromano/

Os romanos

Origem de Roma : explicação mitológica



Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.


Retirado de: www.suapesquisa.com/imperioromano/

Grécia Antiga

Os romanos

Introdução

A história de Roma Antiga é em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.


Retirado de: www.suapesquisa.com/imperioromano/

segunda-feira, 22 de março de 2010

Símbolos

A história do povo hebreu

A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 AC, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã ( atual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacó. Este luta , num certo dia, com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel.
Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo hebreu. Por volta de 1700 AC, o povo hebreu migra para o Egito, porém são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo hebreu ocorreu por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebeu as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficaram peregrinando pelo deserto, até receberem um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.


Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.

 Em 721 começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.
No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os hebreus espalham-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo hebreu retoma o caráter de unidade após a criação do estado de Israel.

Os Hebreus

Os hebreus eram um povo de origem semita (os semitas compreendem dois importantes povos: os hebreus e os árabes), que se distinguiram de outros povos da antigüidade pela sua crença religiosa. O termo hebreu significa "gente do outro lado do rio”, isto é, do rio Eufrates.




Os hebreus foram um dos povos que mais influenciaram a civilização actual. A sua religião o judaísmo influenciou tanto o cristianismo quanto o islamismo.


O conhecimento acerca desse povo, vem principalmente das informações e lendas da Bíblia (o Antigo Testamento), das pesquisas arqueológicas e obras de historiadores judeus.

Processo da Mumificação

1º - O cadáver era aberto na região do abdômen e retirava-se as víceras (fígado, coração, rins, intestinos, estômago, etc. O coração e outros órgãos eram colocados em recipientes a parte. O cérebro também era extraído. Para tanto, aplicava-se uma espécie de ácido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. Após o derretimento, retirava-se pelos mesmos orifícios os pedaços de cérebro com uma espátula de metal.

2º - O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias.

3º - Após desidratado, enchia-se o corpo com serragem. Aplicava-se também alguns “perfumes” e outras substâncias para conservar o corpo. Textos sagrados eram colocados dentro do corpo.

4º - O corpo era envolvido em faixas de linho branco, sendo que amuletos eram colocados entre estas faixas.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Coroa Atef

É basiado da coroa branca com penas de avestrus em cada lado.

Coroa Dupla

A Coroa dupla é a junção da coroa branca e da coroa vermelha.

Mumificação

Escrita Demótica

A escrita demótica: Foi muito usada para relatar assuntos do
dia-a-dia no Egito Antigo. Ao lado da escrita hieroglífica, mais
usada pelos escribas egípcios para assuntos religiosos e oficiais,
a escrita demótica representava uma evolução da língua falada e
 era mais simplificada em comparação com a hieroglífica.


O alfabeto demótico começou a ser usado no Egito Antigo, de
 acordo com egiptólogos (estudiosos especialistas na história do
 Egito Antigo), na Dinastia XXVI.
Assim como a escrita hieroglífica, a demótica era para poucos
no Egito Antigo. Apenas os sacerdotes e escribas conheciam
bem o alfabeto demótico e tinha condições de escrever textos
com ele.

A escrita demótica foi uma das três escritas usadas na Pedra de
Roseta (usada para decodificar a escrita egípcia), além da hieroglífica
e grega.

Alto Egipto

O Reino Alto, situado a sul, perto do mar Vermelho era simbolizado com uma coroa branca.

segunda-feira, 1 de março de 2010

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Periodos

Época Pré-Dinástica(antes de 3150 a.C.)
Período Dinástico Primitivo(c. 3150-2686 a.C.)
Império Antigo(2686-2160 a.C.)
1.º Período Intermédio(2160-2055 a.C.)
Império Médio(2050-1650 a.C.)
2.º Período Intermédio(1650-1550 a.C.)
Império Novo(1550-1069 a.C.)
3.º Período Intermédio(1069-664 a.C.)
Período Tardio(664-332 a.C.)
Período Greco-Romano(332 a.C.-395 d.C.)

Hiéroglifos




Hieróglifo: Pode ser definido como uma escrita sagrada, e era dominada apenas por pessoas que tinham o poder sobre a população, como: sacerdotes, membros da realeza e escribas. Somente esses tinham o conhecimento de ler e escrever essa escrita sagrada.
O Hieróglifo é provavelmente a escrita organizada mais antiga do mundo, e era basicamente usada para marcações em túmulos e templos. Como todo o mundo, a escrita hieroglífica também evoluiu para formas mais simplificadas

Deuses egipcios


Atum: Em Heliópolis, ele é o pai e o rei de todos os deuses, o criador do Universo que, por sua vontade, extraiu-se do caos inicial. Atum é mais freqüentemente representado como um rei vestido de uma tanga e mais raramente com o aspecto de uma serpente, usando as duas coroas do Alto e Baixo Egito.

Deuses egipcios


Thot: Trata-se de um deus cordato, sábio, assistente e secretário-arquivista dos deuses. Foi o inventor da escrita hieroglífica e era o escrivão dos deuses. Era o senhor da sabedoria e da magia. Thot preside a medida do tempo: o disco na cabeça é a lua, cujas fases ritmam os dias e as noites. Representado como um íbis ou um homem com cabeça de íbis, ou ainda um babuíno.

Deuses egipcios


Neith: É a mais antiga deusa citada pelos textos, talvez a protetora do Baixo Egito bem antes da unificação do país. Venerada principalmente em Sais, no Delta, ela é representada como uma mulher que usa a coroa vermelha do Baixo Egito. Seu nome se escreve com duas flechas ou dois arcos, o que a designa bem como uma deusa guerreira.

Deuses egipcios


Neftis: Como Isis, ela protege os sarcófagos e um dos vasos canopos e usa seu nome na cabeça: um cesto colocado em um edifício.
É ainda na campanha de Isis que ela acolhe o sol nascente e o defende contra a terrível serpente Apófis.

Deuses egipcios

MAÁT: Traz na cabeça uma pluma de avestruz, representa o equilíbrio, a harmonia do Universo tal como foi criado inicialmente.
É Maát, muito simbolicamente, que se oferece aos deuses nos templos. Ela cuida dos tribunais e também possui templos.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Deuses egipcios

Sekmeth: "o poder", é mau caráter e tem cóleras pavorosas que podem propagar no país ventos ardentes, epidemias e a morte.
Seus sacerdotes são "experts" em magia e medicina.
Em Mênfis, Sekhmet é a esposa de Ptah e mãe de Nefertum. É quase sempre representada como uma mulher com cabeça de leoa, coroada com o disco solar.

Deuses egipcios


Anubis: É o mestre dos cemitérios e o patrono dos embalsamares. É mesmo o primeiro entre eles, a quem se deve o protótipo das múmias.
Anúbis também introduz os mortos no além e protege seus túmulos com a forma de um cachorro deitado numa capela ou caixão.

Deuses egipcios

Meretseger: Ela é a dama da necrópole tebana, a deusa do cimo mais elevado que domina o maciço montanhoso.
Meretseger possui capelas em sua cidade, até mesmo nas casas, assim como um pequeno templo cavado na rocha.
Protege os mortos e pode punir os maldosos.

Monumentos Funerários

Hipogeus: Do grego hypo (abaixo) e gaia (terra), são monumentos funerários subterrâneos do período pré-Cristão. Abaixo da estrutura do coliseu antigo, um Hipogeu ajudava nos espectáculos sangrentos. Jaulas e animais ficavam guardados na estrutura assim quando começavam os jogos sangrentos era aberta um alçapão e do Hipogeu saiam jaulas e animais para completarem o show violento.

Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipogeu

Deuses egipcios


Bés: Ele parece um vilão mas, sob julgamento vê-se que ele é generoso.
Parece um anão obeso, com pernas arqueadas e rosto pouco engraçado.

Monumentos Funerários



segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Deuses egipcios

Hator: É junto a Isis, a mais venerada das deuses. Distribuidora de alegria, é a "dama da embriaguez". Também é a protetora da necrópole de Tebas que sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. É adorada na forma de uma mulher com chifres de vaca e disco solar na cabeça.

Monumentos Funerários

As chamadas pirâmides do Egipto, denominadas como pirâmides de Gizé, localizam-se no planalto de Gizé, na margem esquerda do rio Nilo, próximo à cidade do Cairo, no Egipto. São as únicas remanescentes das Sete maravilhas do mundo antigo. Acredita-se que as pirâmides do Egipto Antigo foram edifícios funerários, embora alguns especialistas acreditem que, além de servirem como mausoléus, eram também templos religiosos.

Retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pir%C3%A2mide_eg%C3%ADpcia









A agricultura no Antigo Egipto era feita em três fases:


-plantação (Outobro)

-idunações (Junho)

-colheita (Abril)

Deuses egipcios


Ptah: Deus de Mênfis que foi a capital do Egito no Antigo Império, Ptah. Concebeu o mundo em pensamento e o criou por sua palavra. Representa em uma vestimenta colante que lhe dá a impressão de estar sem pescoço e usando na cabeça uma calota.

Deuses egipcios

Hórus: Filho de Osíris e Isis, Horus tem uma infância difícil, sua mãe deve escondê-lo de Seth que cobiça o trono de seu pai. Ele é representado como um homem com cabeça de falcão usando as duas coroas de rei do Alto e Baixo Egito. Criador do universo e de todo tipo de vida, Horus era adorado em todo lugar. Ele é o deus mais importante de todos os deuses.

Deuses egipcios

Aménofis: Venerado pelos operários, sem dúvida na qualidade de fundador da instituição do Túmulo. A ele se dedicam estelas, além de uma festa suficientemente importante para dar nome ao mês durante o qual acontece.

Monumentos Funerários

Mastaba: É um túmulo egípcio, era uma capela, com a forma de um tronco de pirâmide (paredes inclinadas em direcção a um topo plano de menores dimensões que a base), cujo comprimento era aproximadamente quatro vezes a sua largura. Começaram-se a construir desde a primeira era dinástica (cerca de 3500 a.C.) e foi o género de edifício que precedeu e preparou as pirâmides.

Retirado de:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mastaba

Deuses egipcio


Seth: Trata-se de um estranho galgo com longas orelhas cortadas, focinho recurvado e longa cauda fendida. Ele trespassa com sua lança os inimigos do Sol; ele serve ao faraó combatendo com a força de seu braço. Mas é perigoso, violento, imprevisível.